quarta-feira, abril 27, 2005

Acabei de ler, tem pouco tempo, o livro "O Corpo Fala", de Pierre Weil e Roland Tompakow. Adorei!! Tem pontos em q vc fica um pouco cansado e não adianta ler muito rápido porque tem q exercitar o aprendido. Vou pôr aqui uma pergunta q eu gostei mt porque era um daqueles pequenos questionamentos q eu já tinha na minha cabeça há mt tempo sem ninguám confiável pra me responder!! Assim:
"Se o nosso corpo expressa a nossa personalidade, será que, mudando certos aspectos corporais, poderemos mudar algo no nosso ser mental, emocional e instintivo?"


Bom! Essa foi uma das perguntas mais emocionantes pra mim porque significava q eu já estava trilhando um caminho q realmente gosto e comprovou q esse livro foi um adiantamento na minha vida!! Inclusive porque eu sou mt ligada a psicologia na hora d me analisar e acabava tentando analisar os outros sem nenhum referencial geral, só me baseando no meu círculo d conhecidos e em mim mesma!!

Outro livro q está me dando uma sensação ótima d adiantamento é esse outro q eu comecei a ler agora: "Decifrar Pessoas" (de Jo-Ellan Dimitrius e Mark Mazzarella)! Pelo menos o início já me tocou profundamente e isso foi o q sempre procurei na hora d Achar um livro!

Vou pôr aqui uma das coisas q me chamou a atenção nesse outro livro tb (entre milhares d coisas até a página 34!!hehehe) ! É o seguinte:
"Nós podemos aguçar qualquer um dos nossos sentidos, com força de vontade e perseverança. Nada ilustra melhor esse fato do que uma experiência que um cliente meu teve há alguns anos. Ele tinha sido contratado pelo Big Horn Institute, uma instituição dedicada a preservar uma espécie ameaçada de carneiro de chifre longo que vive nas montanhas a sudoeste de Palm Springs, Califórnia. O desenvolvimento das terras vizinhas estava perturbando os carneiros e interrompendo sua atividade procriativa. O instituto queria fazer algo a esse respeito.
Quando meu cliente visitou o instituto, o diretor o levou para fora, apontou para as colinas de rocha maciça que se elevavam atrás dos escritórios, e disse suavemente: 'Há muitos deles lá hoje'. Meu cliente olhou atentamente para as colinas marrons, tentando ocultar sua surpresa - não pela beleza dos carneiros de chifre longo, mas por sua incapacidade de avistar um só deles. O diretor obviamente estava costumado a essa reação, e com tato chamou a atenção de meu cliente para um carneiro que estava abaixo de um rochedo triangular, e para outro no topo de uma colina à esquerda, e para mais um outro - até que mostrou quase uma dúzia.
A visão do diretor não era melhor do que a do meu cliente. Mas ele tinha aprendido a ver os carneiros. Sabia como a forma deles quebrava os padrões sutis das colinas. Podia detectar a leve diferença entre a cor dos carneiros e a cor das rochas. Havia aprendido onde os carneiros tinham maior probabilidade de se reunir numa hora específica do dia. Ele tinha experiência. Tinha contato. Tinha prática. Aquilo que para ele já se tornara automático era novo para o meu cliente - até que este também aprendeu a enxergar os carneiros."

Sei q a parte q destaquei ficou meio parecida com aqueles e-mails até bonitinhos mas q podem ser mt chatinhos com "grandes" liçcões d vida mas, há um contexto mais interessante d onde veio o reproduzido aqui, pode acreditar (aqueles q se interessaram pelo tema, claro!!).

Vou ficando por aqui feliz da vida d finalmente ter elogiado esses dois livrinhos lindos e triste por ter perdido um montão d coisa porque um dos meus HDs acharam seu fim!!hehehe

hehehehe

bjo a todosss

segunda-feira, abril 25, 2005

Porta entreaberta
(Ivan Lins - Paulo Cesar Pinheiro)


Quando você disse que bateu saudade, que queria me encontrar
Arrumei a casa, perfumei a cama, preparei um bom jantar
Separei um vinho, coloquei no gelo, desliguei meu celular
Fui pensando em coisas, fui armando um clima, pus um disco pra tocar

Vem... Que eu deixei de propósito a porta entreaberta
Vem... Que eu fiz tudo a seu jeito, você vai gostar
Vem... Que a paixão me desperta!
É vontade de amar
Quando você chegar

Já deixei a sala só à luz de vela, que reflete o seu olhar
Pus rosa vermelha no centro da mesa, que sensualiza o ar
Botei nossa foto do primeiro encontro na estante sobre o bar
Me ajeitei no espelho, me sentei à espera no meu canto do sofá

Vem... Porque sem você essa casa é deserta
Vem... Que vai ser sempre assim que você vai me achar
Vem... Que a paixão me desperta!
É vontade de amar
Quando você chegar...

É vontade de amar
Quando você chegar...

sábado, abril 23, 2005

Respostando algo q escrevi em Julho de 2004!! Porque tem um texto muito BONITO!!

Sobre amigos - Um texto inspirador e DIFERENTE

Amigos eu perco porque tem quem só me ache séria... caolhos, certo? Talvez não...olho tem mas não tem é graça pra olhar pra mim. Ou não tem tempo. Então amigo eu não perco: me perdem!
Cuidar de um amigo é algo muito sério! Principalmente quando se é um vestibulando seriamente preocupado com ser alguém na vida! Aï o tempo é sempre curto porque as 2 coisas influenciam na sua vida inteira: estudo é amigos!
Amizade tem q ser restaura de vez em sempre, dependendo do tipo d pessoa com quem vc esteja.
Amizade por força das circunstâncias aparentemente pode não parecer agradável mas pode acabar acontecendo e vc aprende muito com isso! Mas o q se vai ter conseguido dela talvez só se saiba depois q as circunstâncias não exercerem mais sua força e só depender d vcs.
Pra quem não sabe, isso aqui é q é um texto bonito:
Autor Desconhecido por mim.

"Meus amigos são todos assim. Metade loucura, metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila... Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim "louco" e "santo". Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem
o que há de pior em mim. Coisa de louco... Louco que senta, horas e horas, de conversa ou de silêncio, e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam
perdão pelas injustiças.Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Não quero deles só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria... Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem. Mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância, metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor
do vento no rosto. E velhos, para que nunca tenham pressa.
Preciso deles para saber quem eu sou, pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei que a normalidade é uma ilusão estéril."

fonte: Batom na Cueca
Su: Bonita essa história de Loucura santa e santidade louca! E a gente não vive vendo o próprio avesso nos outros? É isso q nos irrita! E por isso deve-se ter força pra saber quem realmente se está vendo! Mudar não é absurdo, desde q faça pra vc um sentido importante, consertante de alguns "por ques" e vc tenha q passar a se explicar tanto mesmo tendo mais perguntas q respostas.E por que alguém acharia q a lua não tem nada a ver com isso? Pra alguns pode ser mero exemplo mas pra mim faz parte da minha espera.Vamos brotar na vida já q a normalidade da sociedade é burra! A normalidade pessoal é real. E as vezes vc acha os gestos d um louco comum e t criticam por isso então a loucura q é ao pé da letra é melhor q não me provem com exemplos d coisas q todo mundo faz!Infelizmente eu ainda deixo muitos olhos pesarem sobre mim, eu confesso. Mas eu tento fazer da minha tentativa d liberdade quanto a isso, já parte do resultado do meu desenlace dessa sociedade e eu me vejo indo cada vez mais longe. Pensem quantas pessoas tem vergonha d pegar algo q caiu no chão! Não é ridículo? E não é normal?
hahaha
Esse texto é extremamente inspirador!
SuNamastêX.

...'....

O Buraco Do Espelho
by Edgard Scandurra / Arnaldo AntunesO buraco do espelho


O buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar aqui
com um olho aberto, outro acordado
no lado de lá onde eu caí
pro lado de cá não tem acesso
mesmo que me chamem pelo nome
mesmo que admitam meu regresso
toda vez que eu vou a porta some
a janela some na parede
a palavra de água se dissolve
na palavra sede, a boca cede
antes de falar, e não se ouve
já tentei dormir a noite inteira
quatro, cinco, seis da madrugada
vou ficar ali nessa cadeira
uma orelha alerta, outra ligada
o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar agora
fui pelo abandono abandonado
aqui dentro do lado de fora

Su: Isso! Hoje eu vi "Bicho de Sete Cabeças"! Muito bom o filme! Rodrigo Santoro nos passa um desespero desolador e vc fica ainda mais chocado quando descobre que o filme foi uma história real! Baseado no livro d quem realmente passou por tudo isso!
A música ou poesia acima aparece na parede do lugar onde o personagem de Rodrigo S. é internado pela primeira vez. O velho q o apresenta àquela "parede" tem um tom tocante e nos dá ainda mais idéias da tristeza que é o caminho rumo a loucura da mente!
E a posição dos pais tb é difícil... Como as pessoas, justamente por amarem tanto (ou algo similiar) ou por medo podem apostar tão alto em algo tão errado devido, talvez, a falta d diálogo! E diálogo é algo sério porque pode ser mt complicado inclusive entre aqueles q se amam. É provavél , então, q nem amar seja a chave, se for preciso fazer generalizações! A chave pode ser o q nos deixar espaço em mente sã para a CompreensãO.

É rica a história! Não vou me demorar mt aqui!

quarta-feira, abril 06, 2005

Quanto ao show do Lenny Kravitz, foi uma porcaria! Deu tudo errado ( incluindo ele)!!!

A única coisa boa foi q eu e meu gatinho lindo saimos logo da chuva e comemos um feijãozinho maravilhoso!!!hehehe

Pra vc, Bi: te amo meu tudinho!!!

SuNamastê
X.
Velha história

Era uma vez um homem que estava pescando, Maria. Até que apanhou um peixinho. Mas o peixinho era tão pequenininho e inocente, e tinha um azulado tão indescritível nas escamas, que o homem ficou com pena. E retirou cuidadosamente o anzol e pincelou com iodo a garganta do coitadinho. Depois guardou-o no bolso traseiro das calças, para que o animalzinho sarasse no quente. E desde então ficaram inseparáveis. Aonde o homem ia, o peixinho o acompanhava, a trote, que nem um cachorrinho. Pelas calçadas. Pelos elevadores. Pelos cafés. Como era tocante vê-los no “17 ”!O homem, grave, de preto, com uma das mãos segurando a xícara de fumegante moca, com a outra lendo o jornal, com a outra fumando, com a outra cuidando o peixinho, enquanto este, silencioso e levemente melancólico, tomava laranjada por um canudinho especial...Ora, um dia o homem e o peixinho pesseavam à margem do rio onde o segundo dos dois fora pescado. E eis que os olhos do primeiro se encheram de lágrimas. E disse o homem ao peixinho...
"Não, não me assiste o direito de te guardar comigo. Por que roubar-te por mais tempo aos carinhos do teu pai, da tua mãe, dos teus irmãozinhos, da tua tia solteira? Não, não, e não! Volta para o seio da tua família. E viva eu cá na terra sempre triste!..."
Dito isto, verteu coipioso pranto e, desviando o rosto, atirou o peixinho nágua. E a água fez um redemoinho, que foi depois serenando, serenando... até que o peixinho morreu afogado...

Mário Quintana

Su: Como pode essa última frase mudar tanto a história? Simplesmente lindo! Sensibilidade de inquietar a consciência! Quero um dia fazer algo assim! A genialidade existe ou é um acidente de percurso pelo qual finge-se ser responsável
O QUE EU NÃO QUERO

"Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim,
que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
quero apenas que me ame,
não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas
as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem.
O importante pra mim é saber que eu,
em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso
estampando em meu rosto,
mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz
para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém
também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar
de minhas renúncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou,
não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos
que a vida lhe proporciona,
que dê valor ao que realmente importa,
que é meu sentimento... e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude,
para que eu nunca cresça,
para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo,
mas se um dia isso acontecer,
quero ter forças suficientes para
mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor,
e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar,
amanhã será outro dia, e se eu não desistir
dos meus sonhos e propósitos, talvez
obterei êxito
e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança
ser abalada por palavras pessimistas ...
Que a esperança nunca me pareça um "não"
que a gente teima em maquiá-lo de verde
e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de
dizer o que sinto a uma pessoa,
de poder dizer a alguém o quanto ele
é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros ...
Sem correr o risco de ferir uma
ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer
às pessoas que nada foi em vão ...
que o amor existe, que vale a pena
se doar às amizades a às pessoas,
que a vida é bela sim,
e que eu sempre dei o melhor de mim ...
e que valeu a pena!!!

Mário Quintana

domingo, março 27, 2005

Gostaria muito que vcs assistissem este vídeo e por favor divulguem-no porque as pessoas precisam muito se concientizar...

www.strasbourgcurieux.com/fourrure/fourrure.asx

O vídeo demora pra carregar, mas eu garanto q vale a pena esperar, pq temos q mudar isto...

(pra quem não conseguir abrir: salve para o pc e abre com o windows media player)

É sobre lindos casacos d pele! Divirtam-se! -->Destesto tudo isso!

segunda-feira, março 21, 2005

Bom... eu tinha escrito um txt tão lindo! Agora vou eu escrever esses lembretezinhos ridículos para algo insubstituível q eu já fizera:

Como hoje (segunda 21.03.05) deve ser um dia em q eu vou me divertir mt no show do Lenny Kravitz, eu tive q tomar uma atitude pra q esse dia tivesse essa possibilidade! É q até algumas horas antes, eu só conhecia duas ou três músicas do cara mas, após virar uma madrugada na net baixando músicas dele, fazer 3 cds e agora sentar aqui pra aprender a letra, acredito q hj o dia já tenha fôlego o suficiente pra ser ótimo!

Não só por isso, antes d perder o txt, eu estava radiante d felicidade devido aos ÚLTIMOS acontecimentos! Além d eu ter ido a Campo Grande num domingo (20.03.05) supostamente comum e conhecer os famosos Décio, Eros e Dimi (são amigos da minha outra irmãzinha, a Erica), a volta ainda teve tudo de inacreditável!!
Na casa do cupido me senti muito a vontade com todo mundo desde o início! Falei pelos cotovelos! Os pais dele tb tem um humor fora d série! O Astral estava bom por todos os lados, até onde minha vista alcançou!! A cena do cupido se agarrando só com um pé na porta pra não ser levado pro andar debaixo tentando evitar ser pintado por perder numa brincadeira foi marcante!Dá pra rir disso até agora embora o q mais tenha me levado por esse lado cômico tenha sido o Décio, por ter um jeito oscilatório entre o ranzinza e o social e um sorriso enooorme!!!hehehehe Dimi não estava com suas lentes tão zoadas pela erica!! Lá tinha 4 gatos e uma cachorrinha q d tão macios se tornavam apaixonantes!!! :)
No caminho até o ponto pelo qual Décio nos levava, inesperadamente encontramos pessoas mt significativas para Erica q ela não via há 4 anos: suas irmãs! As 2! Pelo menos hj ela ficou em êxtase porque deu tudo certo!! Pouco se falou mas todo o essencial aconteceu! Décio, numa sacada d mestre, tirou foto das 3! Eu, intrometida, pedi pra tirar mais uma delas comigo!! :)

Outro acontecimento memorável foi em 11.03.05! Casamento de Juliana e Matheu/o! Foi a melhor festa q já fui!
Após perder o ponto da casa do Humberto e ter q pegar 3 ônibus pra chegar no local combinado, não demorou mt fomos para essa festa, a melhor q eu já fui na minha vida! Cuidei da animação desde o início! Já no carro com Humberto no volante, Erica no carona e eu atrás, o som tocava desde mpb até músicas infantis como Balão Mágico e Via Láctea nas alturas (não sei como eu Não fiquei com dor d cabeça) e o show começava por ali!!
Chegamos ao casamento, muito atrasados, e ainda teve a tensão d ter q escrever algo no livro sagrado da entrada! Como demorei um pouco na elaboração, e a gent já tinha demorado o suficiente pra chegar, após escrever, não pude usar como queria os lápis d cor!! Mas, numa atitude desesperada d último segundo, agarrei um lápis azul e dei uma rabiscada em cima! Espero q tenha dado pra notar a artista reprimida pelas horas q passou por ali!!hehehehe
Além do delírio de ver gente querida, ainda deve a tortura ao meu estômago, no meu caso: docinhos só da Confeitaria Colombo e eu, com essa alergia alimentar, não pude comer nenhunzinho!! Mas o consolo Não estava longe, pois na mesa do jantar quase tudo eu podia comer! E será q eu podia descobrir q gostava de _quiche_ se não faço a mínima idéia d quando vou comer aquilo de novo????hehehehe
O máximo da festa pra mim foi eu realmente me desinibir na hora d dançar e creio q devo mt isso a música, porque só tocou mpb remix e eu descobri como é bom!! Nucna tinha ido a uma festa com esse som antes!! Fora q na galera da roda d dança só tinha fera! Só tinha gente boa e todo mundo na mesma freqüência!! Quando o pessoal começou a ir embora deu até tristeza!
Eu ainda estava com uma roupa super confortável, destoando do traje fino da maioria e foi ótimo! Porque eu aprendi com a minha formatura a nunca mais usar vestido longo e salto fino se quiser ficar a vontade e aproveitar o momento!!
Fomos LITERALMENTE os últimos a sair da festa! A tia da Cassidy e o Humberto se encarregaram do arrastão não deixando nenhum docinho! Como o Humberto conseguiu levar a maioria? Botando no terno.... não no bolso, mas sim fazendo o terno de SAQUINHO e botando TUDO dentro!!!hahahaha!! Nosssa! Foi muito engraçado! EU Não acreditei quando ele falou pra eu pôr as paradas ali!!!
Na hora d resolver a partida, Ana, antes d ir embora da festa, nos ofereceu sua casa! Eu fiquei meio receosa d ir porque além da minha natureza complicada (alergia a poeira e a vários tipos d comida) estava achando q se ficasse acordada seria mais fácil não ficar d mal humor do q se dormisse pouco ou até mal!! Mas, na manHã seguinte, como dormi bem e conheci o bebê dela q foi uma pessoinha ótima comigo, eu vi q ir pra lá foi a melhor coisa q fizemos! O q foi ruim foi o solzão q pegamos pra ir até o ponto! Eu tb não posso ficar no sol!!hehehehe A minha vida tem dessas limitações mas eu já passei da fase de esbravejar contra o inevitável!! :) Sério mesmo! De vez em quando bate é um cansaço....

Mas o importante é q estou feliz! E tenho tido dias ótimos!

Bjão**
Sabe quando vc finalmente toma coragem rpa escrever aquele txt enorme q vc tem vontade a um tempão mas falta disposição? Pois eu já tinha feito! Foi errar uma tela nesssa porcaria desse teclado e eu perdi a porcaria toda porque o blogger não tem uma teclinha tão idiotamente simples como aquela q diz “DESFAZER”! Em todo lugar tem mas a porcaria do blogger tinha q não ter!

Q raiva!
Sabe quando vc finalmente toma coragem rpa escrever aquele txt enorme q vc tem vontade a um tempão mas falta disposição? Pois eu já tinha feito! Foi errar uma tela nesssa porcaria desse teclaod e eu perdi a porcaria toda porque o blogger não tem uma teclinha tão idiotamente simples como aquela q diz “DESFAZER”! Em todo lugar tem mas a porcaria do blogger tinha q não ter!

Q raiva!

quinta-feira, março 10, 2005

Estou eu passando aqui pra provar q blog pra mim é idéia firme! O q tenho pra contar?

- Minha viagem a MG, onde conheci parte da família do meu namorado!! Foi na semana do carnaval!! Conheci uma galera fera! Israel foi um dos q quase me mataram d rir!! Belo Horizonte é lindo! Várias fotos!!

- Dia desses eu e Erica demos banho no Agregado (gato q se hospedou por tempo indefinido aqui em casa!)

- Vitória VITÓRIA! Passei pra UFRRJ! Vou fazer Biologia! :) Aplausos porque eu mereço!!hehehehe (resultado saiu dia 07.03.2005 - segunda). Ainda esqueço q sou universitária! Já fui ver todas as matérias q vou ter! Vou ser o meu oposto daqui pra frente: a mais bem informada! Afinal, enquanto eu não tenho nenhuma experiência profissional, o q vai entrar no meu currículo é minha experiência d vida, né? Torçam pra q eu faça o melhor!

- Fix umas mechas COBRE no cabelo (dia 09.03.2005 - terça). Até agora estou gostando do resultado!

- Hoje (dia 10.03.2005 - quinta) fui assistir aula na Gama Filho com a Erica e valeu a pena! O pessoal q ela já garimpou é uma graça!! Assisti aula d roteiro (não lembro o nome da matéria na verdade) e d história da arte! O povo d lá deve estar pensando q sou a maior dorminhoca porque eu estava com um sono danado na sala! Tinha q ficar batucando nas pernas e me espreguiçando pra resistir a tentação d dar uma cochilada na cadeira!!!hehehe Próximos churrascos, aí estarei eu (SE a Erica me levar!!hehehehe Claro!)


Tem mais coisa, claro, mas agora não estou lembrando! Quando a cachola voltar a funcionar e eu tiver tempo, eu volto aqui e, não só posto o q faltou, como tb desenvolvo o q já está escrito aqui! beiçolas beijativas pr'ocês!!!

domingo, fevereiro 20, 2005

Su.: Como eu acredito q mesmo quem resolver vir aqui não vai ler toda essa matéria q eu tirei do site da uol, vou logo fazer meu comentário sobre ela! Eu pretendia sim ser uma mãe superprotetora em alguns casos apesar d ter noção de q isso não seria muito certo mas, após ler essa matéria, SE EU TIVER MESMO Q CAIR NESSA DE SER MÃE, talvez haja uma possibilidade d eu me tornar uma verdaDEIRA estrategista ao invés do citado. Comecei a ver q talvez seja possível, após estimular meu filho a falar comigo sobre alguma humilhação q tenha passado na escola, conversarmos sobre isso e eu dar uma noção a ele d como deveria agir. Enquanto ele for pequeno eu acho q vou ter q interferir um pouco porque muitas crianças são cruéis e, o pior, ingênuamente! Isso não é horrível?
O problema é q os pais perdem mesmo a noção do q é ser pequeno quando olham para um filho, pelo visto!!!hahaha
No final das contas, o q temos q mostrar para os nossos pais algumas/muitas vezes é q podemos nos comportar como adultos, mesmo q não sejamos! Ser adulto é ser mais velho e/ou pelo menos saber atuar com seriedade e prudência nas horas certas, não tendo tanto a ver com maturidade! Porque muitas pessoas terão com vc o contato necessário pra acreditar mais no q vc aparenta ser do q para conhecer quem vc é!
Digo q não tem tanto a ver com maturidade porque às vezes a pessoa é uma idiota mas sabe se comportar quando quer alguma coisa!

De olhos bem fechados

HARA ESTROFF MARANO

Talvez seja o ciclista no parque, todo ajeitado com seu capacete metálico azul, percorrendo uma trilha de terra -a 3 km por hora. De triciclo.Ou talvez seja o playground típico de hoje, que, em lugar do chão de terra em que as crianças do passado arranhavam os joelhos, é protegido por piso emborrachado. Espere aí -não são criancinhas que estão brincando ali. São suas mães -e, mais ainda, seus pais- que estão ali dentro, brincando juntos com as crianças ou "ensinando-as" a brincar. Poucos pais se contentam em ficar sentados nos bancos do parque, como faziam os pais de tempos passados, deixando as crianças se virarem por conta própria.
Outra novidade são os géis de higienização que, hoje em dia, mais de um terço dos pais, segundo uma pesquisa recente, manda para a escola na mala das crianças. Ao que parece, os pais de hoje receiam que os banheiros das escolas não sejam bons o suficiente para seus filhos.
Considere-se a situação de um professor recém-chegado a uma escola em um subúrbio de classe média alta. Ao passar os olhos pela pasta de relatórios com detalhes sobre as "concessões" que deveria fazer a muitos de seus alunos de história, chamou sua atenção a ficha abrangente, bem escrita -e evidentemente cara-, compilada para uma garota que já se configurava como uma das melhores alunas de sua classe da nona série. "Ela é um pouco neurótica", ele revela, "mas é inteligente, organizada e conscienciosa -o tipo de aluna que sempre entrega os trabalhos escolares dentro do prazo, mesmo que esteja morrendo de dor de estômago".
Ele finalmente identificou a desordem para a qual teria que manifestar tolerância: dificuldade com pensamento gestalt. A aluna de 13 anos "não era capaz de enxergar o contexto maior". Essa deficiência astutamente formulada (afinal, que criança de 13 anos é capaz de enxergar o contexto maior?) poderia garantir que a garota fosse autorizada a fazer todas as provas e os exames sem limites de tempo, especialmente o grande exame final: o SAT [teste de aptidão escolar], que habilita o aluno a ingressar na universidade.


Infância higienizada
Bem-vindo à infância inteiramente higienizada e protegida, sem joelhos esfolados ou uma ou outra nota "C" no boletim. "As crianças precisam sentir-se em falta de vez em quando", diz o psicólogo infantil David Elkind, professor na Universidade Tufts [Massachusetts, EUA]. "Aprendemos por meio da experiência, incluindo as experiências negativas. Por meio do fracasso, aprendemos a enfrentar as dificuldades." Mas cometer enganos, mesmo no playground, é algo que anda totalmente fora de moda. Apesar do fato de tentativa e erro serem os verdadeiros "pais" do sucesso, os pais estão se dando muito trabalho para remover os erros dessa equação.
Ninguém duvida da existência de forças econômicas importantes que estão impelindo os pais a investir tão pesado na produção de seus filhos, desde a mais tenra idade. Mas tirar do desenvolvimento das crianças todo o desconforto, as decepções e até mesmo a brincadeira, especialmente quando isso é acompanhado de uma pressão crescente de exigência de sucesso, revela ser um erro de rumo de mais ou menos 180 graus. Quando enfrentam poucos desafios próprios, as crianças não conseguem criar suas adaptações criativas próprias às vicissitudes normais da vida. Não apenas isso as torna avessas ao risco, como as faz psicologicamente frágeis, corroídas pela ansiedade.
Nesse processo elas perdem o senso de identidade, de sentido e de realização, sem falar em suas chances de alcançar a felicidade "real". Além disso, não aprendem a ter perseverança, que não é apenas uma virtude moral, mas uma habilidade necessária à vida.
Essas falhas psicológicas da juventude do século 21 estão se espalhando e aprofundando. Queiramos ou não, estamos a caminho de criar uma nação de covardes.

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Essas falhas psicológicas da juventude do século 21 estão se espalhando e aprofundando; queiramos ou não, estamos a caminho de criar uma nação de covardes
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A faculdade parece ser o lugar onde o fator fragilidade está causando mais impacto. É onde os caminhos intelectuais e de desenvolvimento convergem, ao mesmo tempo em que as "rodinhas auxiliares" emocionais são retiradas. Segundo relatos diversos, o sofrimento psicológico nos campi universitários é crescente e onipresente. Ele assume uma variedade de formas, entre elas a ansiedade e a depressão -que, cada vez mais, vêm sendo vistas como duas faces da mesma moeda-, o consumo excessivo de álcool, abuso de drogas, automutilação e outras formas de desconexão.

Perseguição obsessiva
De acordo com uma pesquisa anual realizada por diretores de centros de aconselhamento psicológico, os problemas de saúde mental dos estudantes vêm se agravando desde 1988. Até 1996, os problemas mais comuns mencionados pelos estudantes eram questões relativas a relacionamentos. Para Sherry Benton, diretora-assistente de orientação psicológica na Universidade Estadual do Kansas, isso é apropriado para o estágio de desenvolvimento dos estudantes. Em 1996, porém, a ansiedade superou os problemas com relacionamentos e se mantém até hoje como o problema maior. O Centro de Depressão da Universidade de Michigan, o principal dos EUA, estima que 15% dos estudantes universitários em todos os EUA sofrem desse problema.
Os problemas de relacionamento não desapareceram. O que acontece é que sua natureza mudou dramaticamente e eles se agravaram. As faculdades relatam cada vez mais casos de perseguição obsessiva levando à violência e até mesmo a mortes. A anorexia e a bulimia sob formas subclínicas hoje afligem 40% das universitárias em alguma fase de seus estudos.
O consumo de álcool também mudou. O que antes era um modo de facilitar os contatos sociais hoje adquiriu uma natureza mais sombria, mais desesperada. As universidades dos EUA relatam aumentos recordes na incidência de consumo desenfreado de álcool nos últimos dez anos, sendo que muitos estudantes se apresentam em sala de aula embriagados, quando se apresentam."Existe um ritual temido por todo reitor universitário", relata John Portmann, professor de estudos religiosos na Universidade da Virgínia. "Todos os anos, no outono, os pais deixam seus filhos calouros na universidade, limpinhos e arrumadinhos. No prazo de dois ou três dias, muitos deles terão consumido uma quantidade perigosa de álcool e colocado sua saúde em risco. Esses jovens passaram tanto tempo controlados que simplesmente ficam malucos (quando se vêem livres)."
Basta conversar com um reitor ou administrador universitário para, quase com certeza, ouvir histórias de pais que ligam às 2h da manhã para reclamar da nota "C" que seu filho Branden tirou em economia e que vai prejudicar suas chances de fazer pós-graduação.
Caso em pauta: a inflação de notas. Quando assumiu a reitoria de Harvard, em julho de 2001, Lawrence Summers escarneceu publicamente do valor das distinções concedidas na universidade, depois de descobrir que 94% dos alunos de último ano estavam se graduando com distinções. Para o historiador social Peter Stearns, da Universidade George Mason [Virgínia], a inflação de notas representa a resposta institucional à ansiedade dos pais com relação às exigências impostas aos filhos pelo sistema escolar.
Como tal, é pura e simplesmente um indicador do investimento emocional excessivo no sucesso da criança. E se baseia no conceito de fragilidade juvenil -"a presunção de que as crianças são facilmente magoadas e precisam de incentivos explícitos", argumenta Stearns em seu livro "Anxious Parents - A History of Modern Childrearing in America" [Pais Ansiosos - Uma História dos Métodos Modernos de Criação de Filhos nos EUA, New York University Press, 251 págs., US$ 19 -R$ 50].A atitude superprotetora dos pais pode atingir seus excessos mais cômicos na faculdade, mas não é ali que começa. Pode-se afirmar que as escolas primárias e de segundo grau são igualmente culpadas de promover inflação de notas. "Hoje em dia os pais americanos esperam que seus filhos sejam perfeitos -as pessoas mais inteligentes, mais velozes, mais encantadoras do universo. E, se não conseguem que os filhos provem isso por conta própria, eles recorrem a médicos para transformar seus filhos nas pessoas que querem que eles sejam", diz John Portmann.
O que eles realmente estão fazendo, diz Portmann, é "mostrar aos filhos como fazer o sistema funcionar em benefício próprio". E os estão submetendo a um escrutínio intenso. Um jovem paciente disse a David Anderegg, psicólogo infantil em Lenox (Massachusetts) e professor de psicologia no Bennington College: "Eu gostaria que meus pais tivessem outro hobby que não fosse eu".
Anderegg constata que os pais ansiosos são hiperatentos a seus filhos, reagindo prontamente a qualquer pequeno incômodo que atrapalhe o dia deles, ansiosos por resolver qualquer problema que surja na vida de seu filho -e acreditam que, com isso, estão fazendo um bom trabalho como pais.
Na estufa em que se transformou o processo de criação das crianças, o brincar é algo que praticamente desapareceu. Mais de 40 mil escolas americanas não têm mais recreio. E o pouco tempo que ainda resta para brincar foi corrompido. Os esportes organizados dos quais muitas crianças participam são administrados por adultos. As dificuldades que surgem ali não são resolvidas pelas crianças, e sim por decreto de árbitros adultos.
Muita coisa já foi escrita sobre a comercialização do brincar infantil, mas não sobre seus efeitos colaterais, diz Elkind. Para ele, "as crianças não estão se beneficiando do brincar, como acontecia no passado". Desde o início, o brincar ajuda a criança a aprender a se controlar e a interagir com outras crianças. Contrariamente à idéia amplamente difundida de que apenas as atividades intelectuais aguçam a mente, é o brincar que realmente desenvolve a agilidade cognitiva.


Dependência permanente
Estudos feitos com crianças e adultos em todo o mundo mostram que o envolvimento social de fato melhora as habilidades intelectuais. Incentiva a capacidade decisória, a memória, o pensamento e a rapidez do processamento mental. Isso não deve surpreender ninguém. Afinal, acredita-se que a mente humana evoluiu para lidar com os problemas sociais. O acesso perpétuo aos pais infantiliza os jovens, conservando-os num estado de dependência permanente. Toda vez em que surge a menor dificuldade, "eles procuram a orientação dos pais", segundo Kramer. Não estão aprendendo a virar-se sozinhos.
Pense-se no celular como o cordão umbilical eterno. Um do modos pelos quais nos tornamos adultos é internalizando uma imagem de nossos pai e mãe e dos valores e conselhos que eles nos passaram em nossa infância. Então, sempre que nos defrontamos com incertezas ou dificuldades, recorremos a essa imagem internalizada. Nós nos tornamos, de certa maneira, todos os adultos sábios que já tivemos o privilégio de conhecer. "O celular impede os jovens de descobrirem por conta própria o que fazer", diz Anderegg. "Eles não chegam a internalizar nenhuma imagem. A única coisa que internalizaram é o comando "ligue para papai ou mamãe"."
Alguns psicólogos acham que ainda não nos demos conta do impacto total que o celular exerce sobre o desenvolvimento infantil, porque o objeto é recente. Embora existam variáveis demais para permitir que se determinem causas e efeitos claros, Bernardo Carducci, da Universidade de Indiana, acha que a dependência do celular prejudica os jovens ao acabar com sua capacidade de planejar com antecedência. "A primeira coisa que os jovens fazem ao sair da minha sala de aula é abrir seus celulares. Cerca de 95% das conversas são algo desse tipo: "Acabei de sair da aula. Te vejo na biblioteca em cinco minutos". Se não houvesse o celular, eles teriam que combinar com antecedência; teriam que pensar mais para a frente."
Esse é outro caminho possível à depressão. A habilidade de planejar reside no córtex pré-frontal (CPF), a parte executiva do cérebro. O CPF é uma parte crítica do sistema auto-regulatório e está profundamente envolvido na depressão, uma desordem que, cada vez mais, é vista como sendo causada ou mantida por padrões de pensamento não-regulados -algo que poderia ser chamado de ausência de rigor intelectual.


Fixação de metas
A terapia cognitiva deve sua eficácia à aplicação sistemática do pensamento crítico às reações emocionais. Ademais, os sentimentos positivos são gerados quando se fixa metas e se trabalha com vistas a alcançá-las, por mais mundanas que sejam. A resistência à depressão nasce de atividades cotidianas desse tipo.
O telefone celular -além da disponibilidade instantânea de dinheiro e de praticamente qualquer bem de consumo que se possa desejar- promove a fragilidade, ao enfraquecer a função auto-reguladora. "Você se acostuma a que as coisas aconteçam imediatamente", diz Carducci. Não apenas você quer a pizza já, como você generaliza essa expectativa para abarcar outras áreas, tais como as amizades e os relacionamentos íntimos. Você se frustra e se impacienta facilmente. Torna-se pouco afeito a buscar maneiras para resolver problemas. Assim, as relações humanas fracassam -o que talvez seja a experiência mais forte, em termos isolados, que pode conduzir à depressão.
A década de 1990 testemunhou uma inversão espantosa nos padrões tradicionais da psicopatologia. Enquanto os índices de depressão sobem entre pessoas com mais de 40 anos, aumentando com a idade, hoje estão subindo mais rapidamente entre as crianças, além de estar atingindo crianças de idade cada vez mais tenra.
Em seus estudos, hoje famosos, sobre o temperamento infantil, o psicólogo de Harvard Jerome Kagan demonstrou de maneira inequívoca que o que cria crianças ansiosas é a presença de pais sempre à sua volta, protegendo-os contra experiências estressantes. Cerca de 20% dos bebês nascem com temperamento agitado. Esses bebês podem ser identificados ainda no útero -eles apresentam batidas cardíacas aceleradas. Seus sistemas nervosos são programados, já desde o útero, para que eles se superexcitem em resposta a estímulos, constantemente emitindo alarmes falsos em relação àquilo que é perigoso.
Desde a primeira infância, as crianças desse grupo sentem estresse em situações que a maioria das crianças não sente como sendo ameaçadora. Elas podem passar pela infância e até mesmo pelo estado adulto sentindo medo de pessoas e acontecimentos desconhecidos, sendo tímidas e retraídas. Na idade escolar elas se tornam cautelosas, quietas e introvertidas. Se forem deixadas por conta própria, vão crescer fugindo de contatos sociais. Quando estão na companhia de outras pessoas, sentem falta de confiança. São facilmente influenciadas por outras pessoas. São os alvos prediletos de pessoas agressivas. E estão a caminho da depressão.
Embora sua reatividade inata pareça destinar todas essas crianças a, mais tarde na vida, padecer de desordens ligadas à ansiedade, as coisas não acontecem dessa maneira.Entre um temperamento nervoso na infância e a persistência da ansiedade, posicionam-se duas coisas altamente significativas: os pais. Para sua surpresa, Kagan constatou que o surgimento da ansiedade não era inevitável, apesar da aparente programação genética.
Aos dois anos de idade, nenhuma das crianças superexcitáveis havia se tornado temerosa, desde que seus pais evitassem protegê-la em excesso, permitindo que ela encontrasse alguma maneira de adaptar-se ao mundo por conta própria. Os pais que superprotegiam seus filhos -fato observado diretamente por meio de entrevistas realizadas em suas residências- faziam vir à tona o lado pior desses filhos.


Estratégia de resistência
Esses estudos contêm uma lição para todos os pais. Aqueles que deixam seus filhos encontrarem uma maneira de enfrentar as tensões cotidianas da vida por conta própria os ajudam a desenvolver estratégias de resistência e a capacidade de lidar com a vida.
"As crianças precisam ser incentivadas gentilmente a tomar riscos e descobrir que isso não terá conseqüências terríveis", diz Michael Liebowitz, professor de psiquiatria clínica na Universidade Columbia e diretor da Clínica de Desordens de Ansiedade do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York. "Elas precisam ser expostas pouco a pouco para descobrir que o mundo não é perigoso. Ter pais superprotetores representa um fator de risco para desordens de ansiedade porque, com isso, as crianças não têm oportunidade de superar sua timidez inata e ganhar confiança no mundo." Elas não aprendem a controlar os caminhos que levam da percepção à reação de alarme.
Segundo Anderegg, a superproteção dos pais enfraquece as crianças também de outras maneiras. O fato de ser observada e analisada a todo momento provoca constrangimento extremo na criança. Como resultado, ela se torna menos comunicativa; o escrutínio a ensina a esconder profundamente seus sentimentos reais. E, sobretudo, esse constrangimento e acanhamento lhe privam da segurança necessária para se arriscar e para brincar. "Se cada desenho que você faz vai terminar colado na geladeira de seus pais, você não se sente livre para desenhar o que lhe vier à cabeça, para fazer feio ou cometer erros", diz Anderegg.
John Portmann acha que os efeitos da superproteção são ainda mais perniciosos -que eles enfraquecem toda a tessitura da sociedade. Ele vê os jovens se tornando cada vez mais fracos, cada vez mais ansiosos por pertencer ao rebanho maior, demasiado ansiosos por se enturmar -afirmando-se menos em sala de aula, pouco dispostos a discordar de seus pares, com medo de questionar a autoridade, mais dispostos a satisfazer as expectativas dos que estão situados um pouco acima deles na escala de poder.
Quando se rouba a infância de alguém, o resultado, em última análise, é que essa infância se prolonga para sempre. Apesar de toda a pressão dos pais -provavelmente em razão dela-, os jovens estão reagindo à sua própria maneira. Estão levando mais tempo para amadurecer e crescer.
Quando se remove a brincadeira da fase inicial do desenvolvimento, ela reaparece na fase final. Uma progressão constante e regular de êxitos ao longo de uma infância organizada e monitorada pelos pais gera jovens adultos que precisam de tempo para explorar a vida por conta própria. "Eles freqüentemente precisam de um tempo na universidade ou depois dela para se lançar em experiências válidas -ou seja, para serem crianças", diz o historiador.


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Criam-se leis que conferem às crianças muitos direitos e proteções mas também permite-se à mídia e aos marqueteiros ter livre acesso a elas
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"Existem evidências históricas dignas de crédito que sugerem que as sociedades que permitem a suas crianças e seus jovens alguns anos de tolerância e mesmo rebelião moderada terminam com jovens mais saudáveis do que as sociedades que fazem de conta que tais impulsos não existem."
O casamento é um critério que define a condição adulta, mas seus antecedentes vêm da infância. "O precursor do casamento é o namoro, e o precursor do namoro é o brincar", diz Carducci. Quanto menos tempo as crianças passam brincando livremente, menor será sua competência social quando adultos. É brincando que aprendemos a dar e a tomar, que forma o ritmo fundamental de todos os relacionamentos.
O mundo estressante da concorrência implacável que os pais enxergam no futuro de seus filhos talvez nem sequer exista. Ou, então, ele existe, mas mais nas cabeças deles do que na realidade -não exatamente como uma ficção, mas como um espelho que distorce a realidade.
"Os pais enxergam o mundo como um lugar terrivelmente competitivo", diz Anderegg. "Muitos deles projetam isso sobre seus filhos, quando são eles que vivem ou trabalham num ambiente competitivo. Então eles imaginam que seus filhos também devem estar nadando num mar repleto de tubarões." Ao comprarem condições melhores para seus filhos, de modo a mitigar sua própria ansiedade, os pais eternizam a fragilidade dos filhos.
As crianças, entretanto, não são as únicas prejudicadas pela preocupação excessiva. A vigilância é enormemente cansativa -e tira toda a diversão da tarefa de ser pai ou mãe. "A condição de ser pai ou mãe se tornou menos gostosa do que era no passado, e isso de algumas maneiras mensuráveis", diz Stearns. "Vejo os pais de hoje menos dispostos a tolerar o tempo de seus filhos. Então ou eles os alimentam à força ou fazem coisas por eles (coisas que os filhos deveriam fazer)."
Os pais precisam abrir mão da idéia da perfeição, abrir mão de um pouco do controle invasivo que passaram a manter sobre seus filhos. A meta do trabalho dos pais, nos lembra Portmann, é criar um ser humano autônomo. Cedo ou tarde, diz ele, a maioria dos jovens será forçada a confrontar sua própria mediocridade. Os pais podem achar mais fácil abrir mão de um pouco do controle se eles reconhecerem que exageraram muitos dos perigos da infância -embora tenham constantemente ignorado outros, ou seja, a eliminação do recreio nas escolas e a onipresença dos videogames que incentivam a agressividade.


Nova infância
A infância, atualmente, é muito diferente da infância de eras passadas, aponta Epstein. Hoje em dia as crianças não começam a trabalhar desde cedo. Elas permanecem na escola por períodos mais longos e passam mais tempo exclusivamente na companhia de seus pares. As crianças vivem muito menos integradas à sociedade adulta do que viviam no passado, quando o eram a cada passo do caminho. Criam-se leis que conferem às crianças muitos direitos e proteções -mas também permite-se à mídia e aos marqueteiros ter livre acesso a elas.
Ao modificar a natureza da infância, argumenta Stearns, iniciamos a tendência a presumir que as crianças não sejam capazes de enfrentar situações difíceis. "Os pais de classe média, especialmente, presumem que, se as crianças se metem em dificuldades, eles devem vir correndo e resolvê-las por eles, em lugar de deixá-las mergulhar um pouco na sua própria confusão e aprender com ela. Não quero dizer que devamos abandonar nossos filhos, mas que devemos ter um pouco mais fé em sua capacidade de encontrar soluções para os problemas, eles próprios." E reconhecer que os próprios pais criaram muitas das tensões e ansiedades que afetam os filhos, sem, entretanto, lhes dar as ferramentas com as quais poderiam lidar com elas.
A ansiedade dos pais tem seu papel devido na vida. Mas, da maneira como as coisas acontecem hoje, ela não está sendo usada com sabedoria. Estamos dedicando atenção demais a crianças de menos -e, em última análise, não estamos dedicando atenção às crianças certas. Mas há crianças que merecem nossa preocupação -crianças que vivem na miséria, observa Anderegg. "Temos o hábito de focalizar exclusivamente nossos próprios filhos", diz Elkind. "Está na hora de começarmos a nos preocupar com todas as crianças."

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Hara Estroff Marano é editora da "Psychology Today", onde a íntegra deste texto foi publicada originalmente. É autora de "Why Doesn't Anybody Like Me?" [Por que Ninguém Gosta de Mim?] e "Style Is Not a Size" [Estilo Não é um Tamanho].Tradução de Clara Allain.

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

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É chato andar pela rua carregando seu próprio corpo! Quando é q vamos voltar a andar juntos?
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Algumas vezes rimado!

Se nossa vontade fosse sempre como a primeira ou como a última mais forte q tivemos! Se fosse sempre tão intensa quanto aquela q nos fez correr atrás da ciência para concretizar algo antes do desanimo chegar!
E se o desanimo nunca chegasse! Não existiria diferença entre forte e fraco!
E se a hora em q andamos devagar fosse pulada do dia! Mas o teste a nossa capacidade d querer é constante! Ficamos doentes, ficamos tristes, ficamos com sono e ainda temos q dormir... pra depois de tudo lido nas reticências ainda continuarmos a querer aquilo q não deveríamos desistir!!
E se não houvessem tantas distrações! Computador, tv, jogos. É mais fácil lutar contra as tomadas! Só deixar o interruptor funcionar. A luz q inunda o ambiente e nos preserva a vista tem q nos ajudar a fluir.
E se todos não fossem tão carentes, e se não precisássemos tanto sair d casa!
E se nossa mente não fosse tão compreensiva e, assim, mesmo q nos permitisse tantas paradas, nos forçaria a chegar onde nós mesmos queríamos!
E se tudo pudesse ser dito e resolvido mas ainda há efeitos invisíveis q nos deixam sem palavras! E nos deixam sozinhos porque não temos certeza se alguém sabe do q se trata isso meio lá meio cá q se se sente e não se cura ou acaba!
E viver sempre num lugar grande, cheio d gente onde vc só pode se conhecer e blefar ao falar dos outros mesmo quando é o q vc realmente acha.
O q falta conhecer não tem fim então, por mais q vc saiba nunca acaba e não é suficiente saber mais q os outros e ainda sempre vai ter algo q vc não sabe... o q fazer numa hora em q o racional que t impulsiona é o q t atropela? E vc é quem vela pelos seus pedaços no chão? E vc é quem tem q saber como pôr as coisas no lugar? E quando se rearruma não se reconhece? E não sabe se isso é bom ou ruim mas sente q está fora do lugar?
Será q não temos mesmo olhos para olhar para os outros sem misturá-los com nós mesmos? Será q vai tão longe a nossa crítica desmedida e covarde q grita e não sai do esconderijo? E como negar a felicidade dos q vivem na mentira e não se importam com isso? Ainda q aqueles como eu prefiram descobrir a verdade e tentar viver com ela, sempre ronda a cabeça a éxclamação q pergunta "nào vai decobrir no final da sua vida q nào valeu a pena!?"
E aquela sensação d viver em meio aos outros sem se misturar seria boa. É uma tentativa e nào um sucesso.
SER TUDO O QUE SE QUER! As conseqüências é q diluem esse progresso. Tem gente q Não leva jeito tb! Mas tentando se divertem.

Para refletir:

"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." (Luiz Fernando Veríssimo)

domingo, janeiro 30, 2005

"Se você tivesse acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Por muitas vezes falei como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria" (Charles Chaplin)

Su:
Não adianta! Tem verdades q só podem ser ditas através d brincadeiras! É a maneira boa d contar o erro sem “condenar” quem erra! O problema é quando a brincadeira é só brincadeira mesmo e acaba se confundindo com alguma verdade! Pode gerar confusão, claro...
Parece q o problema é q a gente liga demais quando alguém reclama d algo em nós. Ou era/é só comigo? Muitas vezes, realmente, a gente não tem q ignorar mas a gent tb não tem q ligar tanto! Não é desprezar a opinião alheia mas saber q ela, mesmo quando está certa, não deve (nem q seja esse o objetivo) t condenar! E, qualquer mudança q ela acarrete, vc só tem q prestar atenção pra permitir acontecer se, no seu íntimo, achar q deve mudar d acordo com a crítica q ouviu!

Um grande problema pra mim está no jeito q as pessoas falam as coisas! Sempre há um jeito certo pra cada assunto!
Quantos pobres sem humildade! Isso me irrita! E as vezes não é mesmo d propósito pois bastante gent já "reclamou" disso em mim e eu realmente não faço por querer! Quando eu sei algo, eu quero passar tudo q eu sei, usar todo vocabulário q aprendi, fazer esquemas, desenhos, dizer o q me ajudou a gravar tudo aquilo e, no meio disso tudo, fico feliz em ser útil! E, pelo visto, meu empenho é mal interpretado! Mas não brigo com as pessoas q reclamam porque sempre q vejo alguém q aparenta prepotência, eu tb me irrito! É feio! É metido! Incômodo! E eu não quero passar isso!
Mas agora eu já identifico uma série d coisas no meu comportamento quanto a isso e tento mudar. E já vejo um benefício q isso me trouxe: quando alguém me pergunta algo q eu não sei sobre o q me meto a explicar, eu não me envergonho d não saber. E dizer "não sei" é uma saída certa e indolor.
A voz é importante! Delatora! Mudando-a só aparentará ser o q não é. Mudando a si próprio, isso se refletirá nela e essa será a verdadeira diferença q ela fará! Ou seja, apesar das pessoas se enganarem com o q parecemos, às vezes somos nós mesmos q enganamos as pessoas! Por isso, por não podermos separar facilmente as pessoas q estão nos fazendo críticas construtivas das q só estão contra nós, é q devemos ter autocrítica! E como se ela fosse tão fácil eu a escrevo!!hahaha... Deu uma sensação de q não cheguei a lugar nenhum com o q escrevi!!

Bom, o post não ficou legal mas é isso aí por enquanto!

domingo, janeiro 09, 2005



Talvez mais tarde do q gostaríamos ou os outros precisariam... mas o importante é saber q alguém está tentando fazer a coisa certa!
Olha... é babaca mesmo mas eu achei engraçado por mais velho q seja! Bom... agora q eu já detonei a parada e todo mundo vai gostar menos ainda, eu postar porque eu sou forte!

Lá vai! Agüenta essa:

POEMA PORNOSÉRIO
Quer seja curto ou comprido
Quer seja fino ou mais grosso
É um órgão muito querido
Por não ter espinhas nem osso (hum!)
De incalculável valor
Ninguém tem um a mais
E desempenha no amor
Um dos papéis principais (ai! ai!)
Quando uma dama aparece
Ei-lo a pular com fervor
Se de um rapaz, estremece
Se de velho, tem pouco vigor
O seu nome não é tão feio
Pois tem sete letrinhas só
Tem um R e um A no meio
Começa em C e acaba em O (Oh!)
Nunca se encontra sozinho
Vive sempre acompanhado
Por outros dois orgãozinhos
Junto de si, lado a lado (ploc!ploc!)
Os nomes destes, porém,
Não geram confusões
Têm sete letras também
Tem L e acabam em ÕES
Prá acabar com o embalo
E com essas más impressões
Os órgãos de que eu falo...
São o coração e os pulmões. (tum...tum..tum..)


obs.: Calma gente! Eu já parei d rir...



Tem uma pessoa q eu adoro q vive se chamando de porquinho rosa... com uma propaganda insistente dessas é impossível encontrar uma figura dessas e não lembrar dela!!hehehe
Bjão miguinha!!